REGULAMENTO GERAL CAMPEONATO MINEIRO MOTOCROSS – 2017

1 TÍTULO E GENERALIDADES

§1: O Campeonato Mineiro de Motocross é organizado pelo Motoclube Cassios Racing e supervisionado pela Federação de Motociclismo do Estado de Minas Gerais-FMEMG, e realizado, segundo suas diretrizes. Este Campeonato deverá ocorrer entre os meses de março e dezembro do ano corrente.

§2: O Campeonato será considerado:

a) Campeonato Mineiro de Motocross 2017 para as classes 50cc, 65cc, 85cc, Nacional, Nacional Pró, Amador, Intermediária, MXF, MXJR, MX5, MX4, MX3, MX2 e MX1;

§3: O Campeonato compreenderá: a) De 3 (três) a 5 (cinco) etapas; 2 PILOTOS 2.1 Licenças

§1: A pontuação no evento é restrita aos portadores de licença válida da FMEMG para o ano.

§2:Poderão participar em todas as classes pilotos brasileiros portadores de licença CBM/2017 e pilotos estrangeiros (FIM/FIM-LA), como convidados, concorrendo aos troféus e premiações, sem contudo, marcarem pontos no Campeonato. A participação de pilotos estrangeiros como convidados é permitida.

2.2 Da participação de pilotos estrangeiros no Campeonato Mineiro, marcando pontos.

§1: No Campeonato:

a) É permitida a pontuação de pilotos estrangeiros nas classes.

b) A participação de Pilotos estrangeiros pontuando no Campeonato fica sujeita à apresentação dos documentos abaixo citados assim como o cumprimento dos seguintes requisitos:

I. Liberação da Federação de origem permitindo a transferência do referido piloto para a CBM(Brasil)/FMEMG(Minas Gerais); www.cbm.esp.br Confederação Brasileira de Motociclismo – CNPJ 47.459.185/0001-60 Rua Eduardo Santos Pereira, 1755, Vila Célia – Campo Grande/MS – Cep: 79.020-170 (67) 3306-0969

II. Na classe MX1, faz-se necessária a apresentação de uma declaração escrita pela equipe da contratação de 1(um) piloto brasileiro na classe MX1 ou MX2 para cada piloto estrangeiro contratado;

III. O piloto estrangeiro deverá estar legalizado perante as leis de imigração brasileira e estatuto do estrangeiro de acordo com a Constituição Federal.

Parágrafo único: Estabelece-se que os pilotos estrangeiros portem a devida licença CBM/FMEMG em vigor, tal como os pilotos brasileiros.

Caso o piloto estrangeiro portar a nacionalidade brasileira, não haverá necessidade dos requisitos acima, sendo o mesmo considerado igual ao nascido no Brasil.

3 MOTOCICLETAS E CLASSES

3.1Classes:

Classe Motocicleta Faixa etária 50cc Motor 2T de até 50cc, monomarcha, automática, aro 10 na traseira e de até 12 na dianteira 07 a 09 anos 65cc Motor 2T de 59cc até 65cc

7 a 12 anos 85cc Motor 2T de 70cc até 105cc e 4T de 75cc até 150cc Pilotos homens de 11 a 15 anos e mulheres até 17 anos MXJR Motor 2T de 125cc até 150cc e 4Tde 175cc até 250cc 14 a 20 anos

Nacional Motocicleta de fabricação nacional Pilotos que tenham nível iniciante, homens com idade a partir de 14 anos e mulheres a partir de 14 anos

Nacional Pró Motocicleta de fabricação nacional Pilotos homens com idade a partir de 14 anos e mulheres a partir de 14 anos

MXF Motor 2T de 85cc até 150cc, 4T até 250cc Pilotos mulheres com idade a partir de 14 anos

Amador Motor 2T de 125cc até 250cc e 4Tde 175cc até 450cc Pilotos que tenham nível iniciante com idade a partir de 15 anos

Intermediário Motor 2T de 125cc até 250cc e 4Tde 175cc até 450cc Pilotos que tenham nível intermediário com idade partir de 15 anos

MX5 Motor 2T de 125cc até 250cc e 4Tde 175cc até 450cc Pilotos homens com idade a partir de 50 anos

MX4 Motor 2T de 125cc até 250cc e 4Tde 175cc até 450cc Pilotos homens com idade a partir de 40 anos

MX3 Motor 2T de 125cc até 250cc e 4Tde 175cc até 450cc Pilotos homens com idade a partir de 35 anos e mulheres a partir de 17 anos

MX2 Motor 2T de 125cc até 150cc e 4Tde 175cc até 250cc Pilotos a partir de 14 anos a 55 anos

MX1 Motos 2Tde 125cc até 250cc e 4Tde 175cc até 450cc Pilotos a partir de 15 anos a 55 anos

3.2 Escolha da Motocicleta

§1: Será permitido no máximo, 2 (duas) motos para cada Piloto.

§2: Os Pilotos podem trocar de motocicleta entre e durante os treinos, podendo ser efetuada a troca dentro do Pitlane.

§3: Os pilotos poderão utilizar a moto reserva após a volta de reconhecimento.

§4:A cor de fundo de número da motocicleta deve seguir a tabela abaixo, sendo que o número um (1) só poderá ser usado pelo campeão da respectiva classe com fundo vermelho e número branco. A partir da segunda etapa o líder da temporada da respectiva classe poderá usar fundo vermelho com número branco.

50cc/ Fundo branco e número vermelho

65cc/85cc/ Fundo branco e número preto MX2/MX5/Junior/Amador/Nacional Fundo preto e número branco MX1/MX3/MX4/MXF/NacionalPro/Intermediario Fundo branco e número preto

3.3 Classes e Idades I.

50cc: na classe 50cc fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir do ano de 2007 até o ano de 2010;

II. 65cc: na classe 65cc fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir do ano de 2004até o ano de 2010;

III. 85cc: na classe 85cc fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir do ano de 2001 até o ano de 2005 e mulheres nascidas a partir do ano de 1999;

IV. MXJR: na classe Junior fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir do ano de 1997 até o ano de 2003 e mulheres nascidas a partir do ano de 1994 até o ano de 2003;

V. MXF: na classe MXF fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos até o ano de 2002;

VI. MX3: na classe MX3 fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos até o ano de 1982 e mulheres nascidas até o ano de 2000;

VII. MX4: Na classe MX4 fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos até o ano de 1977; VIII. MX5: Na classe MX5 fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos até o ano de 1967;

IX. Amador: Na classe Amador fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir de 1960 até o ano de 2001.( O piloto que se inscrever nessa classe não poderá correr em nenhuma outra com exceção da classe Nacional. O piloto campeão da temporada 2017, poderá disputar a classe na temporada de 2018, sendo promovido automaticamente para classe superior em 2019.)

X. Intermediária: Na classe Intermediária fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir de 1960 até o ano de 2001.( O piloto que se inscrever nessa classe não poderá correr em nenhuma outra com exceção da classe Nacional Pró. O piloto campeão da temporada 2017, poderá disputar a classe na temporada de 2018, sendo promovido automaticamente para classe superior em 2019.)

XI. Nacional/Nacional Pró: Nas classes Nacional/Nacional Pró fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir 1987;( O campeão da temporada de 2017, na classe Nacional, será promovido para a classe Nacional Pró em 2018.)

XII. MX2: Na classe MX2 fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir do ano de 1960 até o ano de 2003;

XIII. MX1:Na classe MX1 fica estabelecido que os pilotos devam ser nascidos a partir de 1960 até o ano de 2001.

Parágrafo único: Os Pilotos poderão competir em mais de uma classe, desde que com as devidas motos e condições específicas, ressalvadas as restrições das classes.

Fica estabelecido que o piloto deverá optar no início do Campeonato em qual classe irá pontuar. Ocorrendo mudança de classe durante o ano vigente, o piloto que mudar de classe, não levará seus pontos para a nova classe, e terá seus pontos zerados na classe anterior. Sendo essa mudança permitida apenas uma única vez, até a terceira etapa.

§1: Pilotos da Classe Junior poderão disputar também a Classe MX2. §2: Pilotos da Classe MX2 poderão disputar também na MX1, desde que com as devidas motos e condições específicas, concorrendo aos troféus e ajuda de custo, sem, contudo, marcarem pontos no Campeonato.

§3: Pilotos da Classe MX1 poderão disputar também na MX2, desde que com as devidas motos e condições específicas, concorrendo aos troféus e ajuda de custo, sem, contudo, marcarem pontos no Campeonato.

3.4 Números de Largada

§1:Os Pilotos utilizarão números de acordo com uma reserva feita no Motoclube Cassios Racing, por todo o ano.

§2: O número 1 (um) de cada classe será reservado ao campeão 2016 da respectiva classe.

Parágrafo único:É obrigatório usar número de largada dorsal, que deve ser legível, de fácil visualização e de material durável. A falta de numerais legíveis poderá acarretar em penalizações de 10 posições no treino cronometrado ou 20 segundos na prova.

4 PERCURSO

§1: O percurso deverá ser homologado pela FMEMG.

§2: Para todas as classes o percurso poderá ser alterado pelo Diretor de Prova/Júri. Em caso de o traçado ser alterado durante o curso do evento, todos os Pilotos terão a possibilidade de dar, no mínimo, 1 (uma) volta de reconhecimento do novo traçado.

5 OFICIAIS

5.1Júri O Júri de Prova será composto por três membros e estes serão nomeados pela FMEMG. Parágrafo único:As ações serão interpretadas pelos oficiais responsáveis de acordo com a legislação desportiva vigente e os regulamentos esportivos específicos da FMEMG. Aquelas consideradas como antidesportivas, ou em desacordo com os interesses do esporte ou do evento em questão, estão sujeitas a sanções disciplinares previstas pelo Código Brasileiro de Justiça Disciplinar e Desportiva.

6 REGULAMENTO SUPLEMENTAR

O Regulamento Suplementar deve estar de acordo com o modelo oficial da FMEMG.

6.1Condições de Inscrição

I. Para o Campeonato Mineiro de Motocross – 2017, as inscrições deverão ser feitas ATRAVÉS DO SITE www.cassiosracing.com.br, até as 23h59min da SEGUNDA-FEIRA que antecede a prova, não haverá inscrição no evento.

Qualquer alteração no formato ou local de inscrições será devidamente publicada no respectivo Regulamento Suplementar.

II. As inscrições feitas somente terão validade após pagamento efetuado através do boleto bancário ou cartão de credito.

Não serão aceitas inscrições feitas por depósito bancário na conta do Motoclube ou FMEMG.

III. É obrigatório para todos os Pilotos inscritos no Campeonato Mineiro de Motocross entregar na secretaria de provas os seguintes documentos, em sua primeira participação na temporada vigente, conforme modelo disponível no site da www.cassiosracing.com.br: a) Termo de uso e Cessão de Imagem;

Termo de Responsabilidade quando menor de 18 anos assinado pelo Representante Legal;

c) Atestado médico de aptidão para a prática esportiva de alto rendimento.

Parágrafo único: Os documentos acima citados terão teor de validade somente se contiverem firma reconhecida em cartório.

No caso do atestado médico, o mesmo deve ser assinado, datado e carimbado com CRM do médico cardiologista ou do Esporte.

IV. Os horários de largada de cada prova, treino livre e classificatório que compõe o evento estarão informados no Regulamento Suplementar a disposição de todos os participantes e interessados.

6.2 Linha de Largada

§1: Serão permitidos, no máximo, 32 (trinta e dois) Pilotos para largar em cada classe.

§2: A seleção destes Pilotos dar-se-á pela classificação do(s) treino(s) classificatório(s).

§3: Além dos 32 classificados, os próximos dois tempos (33 e 34) valerão como reserva no caso de alguma desistência antes da largada oficial.

§4: Na falta do classificatório o “Warm-Up” poderá ser usado como classificação, e na falta deste, o treino livre.

§5: Na impossibilidade de qualquer treino classificador o Júri decidirá o critério a ser adotado.

7 TREINOS

§1: Durante os treinos, cada piloto poderá utilizar somente as motocicletas examinadas e aprovadas na inspeção técnica sob o seu respectivo nome e número de largada – no máximo 2 (duas). a) Uma motocicleta só pode ser apresentada na inspeção técnica com o nome de um Piloto que irá utilizá-la, por classe, desde de que as referidas classes não disputem treinos ou corridas simultaneamente.

§2: Os treinos são proibidos no período de meia hora que antecede a largada da corrida da mesma classe, salvo a ocorrência de permissão dada pelo Diretor de Prova por razões específicas, devidamente aprovadas pelo Júri de Prova.

§3: Os horários de todos os treinos serão informados no Regulamento Suplementar de cada etapa.

7.1 Treinos Livres:

§1: Será organizada, no mínimo, uma sessão de treino livre, salvo situações extremas e força maior.

§2: A critério da Direção de Prova os Pilotos inscritos e aprovados na inspeção técnica, em uma determinada classe poderão ser distribuídos em grupos.

§3: É proibida ao piloto a troca de grupos durante os treinos.

§4: Caso o número de Pilotos inscritos e aprovados seja ímpar, o grupo “A” ficará com um piloto a mais que os outros grupos.

§5: Os treinos das classes MX4 e MX5, Nacional e Nacional-Pro, poderão ocorrer juntos.

7.2Treinos Classificatórios:

§1: O resultado do treino classificatório deve ser homologado pelo Júri de Prova e aquele decidirá a participação dos pilotos reservas.

§2: O tempo dos Pilotos que terminarem suas voltas até 5 (cinco) minutos após o término do treino será considerado.

§3: Em caso de empate no melhor tempo, o segundo melhor tempo dos Pilotos empatados será considerado e assim sucessivamente.

§54 Os treinos Classificatórios das classes MX4 e MX5, Nacional e Nacional-Pro poderão ocorrer juntos. Parágrafo único:Para que o tempo do Piloto possa ser considerado válido, este deverá completar, no mínimo 1 (uma) volta em relação a linha de controle.

7.3 Seleção de Pilotos

§1: A seleção de pilotos que irão participar da largada acontecerá após o treino classificatório, ou o seu equivalente, e somente 2 (dois) Pilotos reservas serão apontados para uma eventual participação na prova.

§2: A decisão final quanto à substituição de um ou mais Pilotos será tomada 10 (dez) minutos antes do horário da largada de cada prova, estabelecido no Regulamento Suplementar, independentemente dela ocorrer, ou não, no horário previsto.

Parágrafo único: A Direção de Prova poderá a qualquer tempo, e por sua livre avaliação técnica, desclassificar qualquer Piloto que julgue não estar apto a competir, sem ressarcimento do valor da taxa de inscrição.

SILÊNCIO NOS BOXES

§1: O silêncio nos boxes deve ser respeitado entre 22h00min e 06h00min, nas noites anteriores a treinos e competições.

9 LAVAGEM DAS MOTOCICLETAS §1: Fica estabelecido que em cada etapa haverá um local estipulado na área do evento a ser destinado à lavagem das motocicletas utilizadas durante os treinos, warm-ups e provas e o mesmo estará à disposição exclusiva dos pilotos participantes.

§2: Em caso de realizar-se a limpeza da moto em local não autorizado pela Direção do Evento, o piloto ou equipe será responsável pela sua possível penalização.

10 HORÁRIOS DO EVENTO

§1: Serão divulgados e confirmados no site da FMEMG, em até 07 dias antes do evento, os horários dos treinos e provas através de seu Regulamento Suplementar.

§2: Salvo situações extremas e força maior, os horários serão criteriosamente respeitados.

11 PROVAS

11.1 Tempo de Duração das Provas

a) MX1 e MX2 1 (uma) bateria de 25 (vinte cinco) minutos mais 2 (duas) voltas

b) MX4 e MX5 1 (uma) bateria de 10 (dez) minutos mais 2 (duas) voltas

c) MX3 e MXJR 1 (uma) bateria de 15 (quinze) minutos mais 2 (duas) voltas

d) 85cc e Intermediária 1 (uma) bateria de 15 (quinze) minutos mais 2 (duas) voltas

e) 65cc, 50cc, MXF, Amador, Nacional e Nacional- Pró 1 (uma) bateria de 10 (dez) minutos mais 2 (duas) voltas

§1: As provas das classes MX4 e MX5 poderão ocorrer juntas, com pontuação, troféus e pódio separados.

§2: As provas das classes Nacional e Nacional-Pró poderão ocorrer juntas, com pontuação, troféus e pódio separados.

11.2 Procedimento de Largada

§1: O procedimento a ser aplicado na zona de espera, antes de cada largada, será o seguinte:

I. 10 (dez) minutos antes da largada, a zona de espera é fechada. Todas as motocicletas devem estar na zona de espera, independentemente da largada ocorrer, ou não, no horário estabelecido no Regulamento Suplementar.

a) A penalidade para violação desta norma é a perda de seu tempo cronometrado passando a ser o último tempo, tendo o direito de entrar apenas após o segundo reserva, se o “gate” não estiver completo, no caso de chegar ao parque fechado após a primeira moto já ter entrado na pista ou se dirigido ao “gate” de largada.

II. A 8 (oito) minutos da largada pilotos realizarão uma volta de reconhecimento da pista, retornando à zona de espera.

III. Os pilotos terão 4 minutos para a volta de reconhecimento.

IV. Ao final dos 4 minutos o piloto que não houver regressado a zona de espera estará desclassificado, dando lugar aos reservas.

V. A volta de reconhecimento não é obrigatória. Em caso de não ser realizada, o Piloto deverá aguardar autorização da Direção de Prova para dirigir-se ao local de largada.

VI. Após a decisão do Diretor de Prova de que a prova deve iniciar-se e após um sinal, os pilotos deverão deixar a zona de espera, para alinhamento no gate de largada.

VII. O mecânico poderá acompanhar o Piloto no gate de largada até o momento da bandeira verde, e deverá se dirigir ao pitlane assim que a mesma for agitada.

VIII. A ordem de escolha da posição de largada dos pilotos no gate para a prova é determinada pelos resultados dos treinos cronometrados ou equivalentes.

a) Não é permitida uma segunda fila no Campeonato Mineiro de Motocross, devendo o gate de largada possuir ate 32 (trinta e duas) posições.

IX. Após o piloto tomar sua posição no gate de largada, ele não pode mudar de posição, voltar à zona de espera ou receber assistência antes da largada.

X. Se o piloto tiver um problema mecânico no gate de largada, ele deverá aguardar por assistência após a largada ter sido efetuada. Após a largada ele poderá receber assistência de seu mecânico apenas em sua posição.

XI. A área em frente ao gate é considerada pista e qualquer auxilio nesta área será considerada ajuda externa não permitida, podendo o piloto que infringir esta regra ser penalizado em 20 segundos na prova.

XII. Uma largada coletiva será feita com os motores ligados. O Comissário levantará uma bandeira verde, momento a partir do qual os pilotos estão sob seu controle, até que todos os pilotos estejam sobre a linha de largada.

XIII. Quando todos os pilotos estiverem sobre a linha de largada, o Comissário levantará uma placa de “15 segundos”. No final dos 15 (quinze) segundos, ele levantará uma placa de “5 segundos” e o gate irá desarmar entre 5 (cinco) e 10 (dez) segundos após mostrada a placa de “5 segundos”.

XIV. A FMEMG irá designar uma pessoa para controlar o momento de liberação do gate de largada.

XV. Um obstáculo será instalado atrás do gate de largada para impedir que os pilotos se afastem do gate de largada.

XVI. A área em frente ao gate de largada será restrita e será preparada de modo consistente, dando condições tão iguais quanto possíveis para todos os pilotos. Ninguém, exceto os Oficiais e fotógrafos, será autorizado a permanecer nesta área, e nenhum tratamento da área é permitido. Parágrafo único:Ninguém, exceto os Pilotos, Oficiais e Fotógrafos, está autorizado a permanecer na área atrás do gate de largada. Os pilotos estão autorizados a tratar esta área, contanto que nenhum material ou ferramenta sejam usados, ou assistência externa seja fornecida.

11.3 Largadas Falsas §1: Todas as largadas falsas serão indicadas por 1 (uma) bandeira vermelha agitada.

§2: Os pilotos deverão retornar para a zona de espera e a nova largada acontecerá assim que possível.

12 INTERRUPÇÃO DE UMA PROVA

§1: O Diretor de Prova tem o direito, sob sua própria iniciativa, por razões urgentes de segurança, ou caso de força maior, paralisar uma prova prematuramente ou cancelar uma parte ou todo o evento. §2: Se uma prova é interrompida até que a segunda volta tenha sido completada uma nova largada será realizada imediatamente, sendo a troca de motocicleta proibida.

Os Pilotos reservas podem participar na nova largada se um ou mais participantes estiverem inaptos a participarem ou foram excluídos pelo Diretor de Prova

§4: O Diretor de Prova pode excluir um ou mais pilotos de participarem da nova largada, no caso de serem julgados culpados ela paralisação da prova.

§5: Se uma prova é interrompida depois da segunda volta e antes de 51% do tempo de prova, ela será recomeçada de dentro do Pitlane. Os pilotos recomeçarão na ordem que estavam uma volta antes da prova ser paralisada e todo tempo de prova será cumprido, com a participação apenas dos Pilotos que ainda estiverem na prova.

Parágrafo único:Se uma prova é paralisada depois de transcorrida a primeira metade do tempo previsto de prova, a prova será considerada completa. A ordem de chegada será baseada na colocação dos pilotos na volta anterior a que a bandeira vermelha foi mostrada.

O piloto indicado pelo Diretor de Prova como responsável pela bandeira vermelha, de forma intencionada, será colocado atrás dos demais pilotos, tendo completado um número igual ou maior de voltas.

13 ASSITÊNCIA EXTERIOR, CORTE DE PERCURSO.

§1: Qualquer assistência externa no percurso é proibida durante o(s) treino(s) cronometrado(s) e a(s) prova(s) a menos que seja efetuado por um Comissário designado pelo organizador para garantir a segurança.

§2: Tomar atalhos no percurso é proibido.

§3: É proibida a ajuda (empurrar a moto), salvo determinação dos Comissários da Prova.

a) A violação deste Regulamento acarretará em penalidade.

b) Pena: Perda de 30 segundos do seu tempo total de prova ou perda de até 5 posições ou exclusão da prova.

§4: Ultrapassar/saltar sob bandeira amarela.

a) Pena: exclusão da prova.

14 PIT LANE (ZONA DE REPAROS)

§1: Ao lado da pista haverá uma área que deve ser reservada para reparos durante a prova.

§2: As únicas pessoas autorizadas a ficar nesta área específica são os mecânicos, que podem fazer reparos ou ajustes nas motocicletas durante as provas, com o sinalizador e os representantes das equipes devidamente credenciados, limitados a dois por piloto.

§3: Qualquer parte da motocicleta, exceto o chassi, que deve estar selado e ou se número anotado, pode ser modificada, ajustada ou substituída.

§4: O reabastecimento deve ser feito com o motor desligado, e só é permitido no pitlane.

§5: Os pilotos, ao entrarem na zona de reparos, devem parar antes de retornar para a pista.

§6: Um piloto que entrar nos boxes com a motocicleta durante a prova não será autorizado a retornar àquela prova.

§7: A comunicação através de rádio com os pilotos durante as provas e treinos não será permitida.

§8: Os pilotos terão a possibilidade de reparar a motocicleta e substituir o silencioso na zona de reparos da pista (pit lane) durante a prova.

Parágrafo único: Na Zona de Reparos será proibido ingressar sem camisa, descalço, portando algum tipo de bebida alcóolica, mal vestido e com comportamento anormal. O mecânico ou membro de equipe que deixar esta área para sinalizar ou auxiliar algum piloto, estará automaticamente penalizando o seu piloto em 30 segundos do resultado final, sendo que outras penalizações poderão ser solicitadas pela Direção de Prova/Júri.

15 SINAIS OFICIAIS

§1: Os sinais oficiais devem ser dados por meio de bandeiras medindo aproximadamente 750 mm X 600 mm, como segue: Bandeira Significado Vermelha agitada Parada imediata para todos os pilotos; Preta agitada acompanhada de um quadro com o número de um piloto O referido piloto deverá parar imediatamente no pit lane; Amarela fixa Perigo, pilotar com segurança; Amarela agitada Perigo imediato. Devagar, não saltar, não ultrapassar, preparar para parar, se necessário. Azul agitada Atenção, permita a passagem Branca com cruz vermelha Atenção, pessoas e ou veículo de serviço médico na pista. Verde Pista livre para a largada da bateria; Xadrez (Preta e Branca), agitada Fim de prova ou treino.

§1: A bandeira verde só poderá ser utilizada por um Oficial de largada durante o procedimento de largada.

§2: A bandeira azul deve ser usada por Oficiais de sinalização suplementares, especializados para esta bandeira somente.

§3: A bandeira xadrez (preta e branca), mostrada junta com a azul, significa que a xadrez é para o líder que está vindo atrás.

16 TRAVESSIA DA LINHA DE CONTROLE

§1: O momento em que uma motocicleta atravessa uma linha de controle será registrado quando a parte mais avançada dela atravessar a linha.

17 CONTROLE TÉCNICO E VERIFICAÇÕES

§1: O controle técnico deve ser efetuado de acordo com os procedimentos estabelecidos no Regulamento Técnico de Motocross. §2: O horário da vistoria está estabelecido no Regulamento Suplementar do evento.

17.1 Verificação Final

§1: Imediatamente após a prova de cada classe, as primeiras 5 (cinco) motocicletas serão colocadas em um parque fechado para controle técnico.

§2: As motocicletas devem permanecer no parque fechado durante 30 (trinta) minutos após a chegada do vencedor, e em caso de haver protesto, ou para verificações adicionais, caso forem exigidas. O não cumprimento desta acarretará na desclassificação do referido piloto.

17.2 Teste Anti-Doping e de Álcool

§1: O teste antidoping e de álcool podem ser efetuados de acordo com o Código Médico e regulamentações do C.O.B.

§2: Um piloto com o teste positivo será excluído de todo o evento. Penalidades adicionais poderão ser impostas.

17.3 Combustível

§1: O Combustível a ser utilizado nas motocicletas participantes do Campeonato 2017é livre, desde que vendidos no BRASIL.

§2: A coleta de óleo deverá ser feita em um recipiente apropriado, disponibilizado pela organização do evento. O seu descumprimento estará sujeito à punição.

17.4 Itens obrigatórios de Vistoria:

I. Moto em bom estado; II. Raios das rodas em bom estado;

III. Freios, manetes e acelerador com funcionamentos normais;

IV. Protetor de pinhão;

V. Largura máxima permitida do guidon: 850mm;

VI. Corta corrente funcionando;

VII. Manetes com proteção nas extremidades (bolinha);

VIII. Proibido o uso de descanso nas motos;

IX. Proibido o uso de faróis e lanternas; X.

Fixação de guidon e mesas em bom estado;

XI. Number Plates e numeração em bom estado;

XII. Camisa ou colete com número dorsal legível.

18 RESULTADOS

§1: O vencedor de uma prova é o piloto que atravessar a linha de chegada em primeiro lugar.

§2: Um piloto não será classificado se ele:

a). Não tiver completado 50% do número total de voltas completadas pelo vencedor;

b). Se 50% do número de voltas não corresponder a 1 (um) número inteiro, então o resultado será arredondado para o próximo número inteiro. Nesse caso, não será necessário o piloto receber a bandeirada final (cruzar a linha de chegada) para ter direito a pontuação e premiação da etapa.

c) Todos os resultados devem ser homologados pelo Júri de Prova.

19 PONTUAÇÃO CAMPEONATO MINEIRO DE MOTOCROSS

§1:Cada prova válida marcará pontos independentes para o Campeonato.

§2:O critério de desempate para o Campeonato é o maior número de vitórias em baterias no Campeonato seguido pela melhor colocação na última etapa.

§3:Os pontos serão atribuídos para o Campeonato Mineiro de Motocross em cada bateria válida como segue:

01º Lugar – 25 Pts 06º Lugar – 15 Pts 11º Lugar – 10 Pts 16º Lugar – 5 Pts 02º Lugar – 22 Pts 07º Lugar – 14 Pts 12º Lugar – 09 Pts 17º Lugar – 4 Pts 03º Lugar – 20 Pts 08º Lugar – 13 Pts 13º Lugar – 08 Pts 18º Lugar – 3 Pts 04º Lugar – 18 Pts 09º Lugar – 12 Pts 14º Lugar – 07 Pts 19º Lugar – 2 Pts 05º Lugar – 16 Pts 10º Lugar – 11 Pts 15º Lugar – 06 Pts 20º Lugar – 1 Pto

20 PROTESTOS E PENALIZAÇÕES

§1: Os protestos contra pilotos, motocicletas e atitude antidesportiva deverão ser feitos por escrito pelo Piloto ou Chefe de Equipe (este deverá ter procuração do piloto que deverá ser entregue na secretaria de prova) e entregue ao Diretor de Prova, até 30 minutos após a bandeirada de chegada do vencedor da prova.

§2: Reclamação contra resultado deve ser apresentada ao Diretor de Prova dentro de 30 minutos seguintes à divulgação dos resultados; §3: Todos os protestos devem ser feitos por escrito e ESPECÍFICADOS POR ITEM, e acompanhados por uma taxa de R$ 2.000,00 (dois mil reais);

§4: Os protestos serão avaliados pelo Júri da Prova.Em caso de procedência, o valor será devolvido ao reclamante, caso contrário, reverterá a favor da CBM, ou no caso de reclamação técnica, 50% para a equipe reclamada.

§5: Os protestos contra decisões do Diretor de Prova serão julgados pelo Júri de Prova;

§6: Os protestos contra decisões do Júri de Prova serão julgados pelo Superior Tribunal de Justiça desportiva da FMEMG acompanhados de uma taxa de 20 (vinte) salários mínimos;

§7: Os casos omissos a este Regulamento serão julgados de acordo com o Regulamento da CBM/FIM;

§8: Os pais de pilotos somente poderão fazer protestos por escrito se for portador da procuração do piloto (filho) no qual ele representa como Chefe de Equipe.

Parágrafo único: O Diretor de Prova e/ou os membros integrantes da FMEMG, não aceitarão protestos verbais do piloto ou membros de sua equipe, caso isso ocorra, o piloto será sumariamente desclassificado da prova;

21 CERIMÔNIA DE ENTREGA DE PRÊMIOS

§1: Os cinco primeiros colocados em cada bateria, deverão se dirigir ao pódio IMEDIATAMENTE após o término da bateria, sem conceder entrevistas, ou qualquer outro ato que provoque atraso na premiação. §2: Entrevistas coletivas serão organizadas na sala de imprensa logo após a premiação, sendo OBRIGATÓRIA a presença desses Pilotos.

22 AJUDA DE CUSTO

22.1 Haverá ajuda de custo para o Campeonato Mineiro de Motocross.

22.2 Troféus

§1: Os cinco primeiros colocados de cada prova válida deverão ser premiados com troféus no pódio.

23 AUTORIDADES DO EVENTO

§1: Desde o início da Vistoria até o início das provas, bem como após as provas até a Homologação final dos resultados, o evento está sob a autoridade do Júri de Prova.

§2: Durante as provas cabe ao Diretor de Prova a autoridade sobre o evento.

§3: Este regulamento poderá ser alterado pela Comissão de Motocross da FMEMG, ressalvados direitos adquiridos, sendo que qualquer alteração ou atualização será obrigatoriamente publicada e divulgada em adendo.

§4: Os Casos Omissos a este regulamento serão decididos em conformidade com os regulamentos da FIM naquilo que não colidirem com as diretrizes esportivas brasileiras.

§5: Este Regulamento foi elaborado pela Comissão de Motocross da FMEMG e sancionado pelo Presidente da FMEMG.                                                                                                                                           Gustavo Jacob Presidente da FMEMG